in record
Pronto...já sabem...ver os 90 minutos de um jogo dos lampiões é desperdício de tempo...emoção só depois que começarem os descontos...:-))
Vou tentar exprimir tudo o que me vai na alma portista... "FAZEM FALTA PESSOAS COM LIBERDADE PARA DIZER O QUE PENSAM." Rui Madeira
Se Will Coort se sente em casa no estágio portista, há outro elemento da estrutura que está literalmente como tal: Pepijn Lijnders. Menos conhecido do que o treinador de guarda-redes, Lijnders chegou ao Dragão há seis anos para trabalhar as capacidades individuais dos jogadores e as tomadas de decisão. Fá-lo essencialmente com escalões de formação, desde os sub-8 até aos juniores. Recentemente começou a trabalhar com a equipa B e até ajudou jovens como Atsu a moldarem-se à imagem do FC Porto. Agora foi chamado pela estrutura para conhecer a nova equipa técnica, o que no fundo junta o útil ao agradável, uma vez que Lijnders é natural precisamente de uma freguesia de Horst.Ontem viu o treino todo.
in ojogo
Os representantes de Bruma pediram a nulidade da cláusula que ligava o jogador ao Sporting por mais uma temporada, a de 2013/14.De acordo com o que Maisfutebol apurou, o Sporting será informado deste passo do jogador já esta quinta-feira, através de um solicitador, com cópia para Federação e Liga. No entender dos representantes do futebolista, a ligação entre Bruma e o Sporting terminou a 30 de Junho e já o fizeram saber junto do Tribunal de Lisboa.in maisfutebol
O FC Porto irá defrontar o clube galego no próximo dia 28 de julho, no Estádio do Dragão. O Celta de Vigo escapou por pouco à descida de divisão no principal escalão profissional espanhol e vai testar o FC Porto no final deste mês.
in futebol365
No dia em que partiu para o seu primeiro estágio como treinador do FC Porto, Pauto Fonseca ficou a saber que teve sucesso na formação que completou no mês passado. As notas do curso do curso do nível IV UEFA Pro distinguem o treinador dos dragões como o terceiro melhor pontuado,com nota de 16.4 valores numa escala onde pontifica o nome de Filipe Almeida o treinador adjunto de Vítor Pereira a que já esteve com o espinhense no FC Porto e que seguiu com ele para o Ah-Ahly. A nota de 17 valores de Felipe Almeida superou a do coordenador da Associação de Futebol de Viseu (16.6), o outro "aluno" que bateu Paulo Fonseca. Imediatamente abaixo do homem que levou o Paços de Ferreira um histórico 3ºlugar ficaram outros dois treinadores da I Liga, nomeadamente Nuno Espírito Santo (Rio Ave) e Sérgio Conceição (Académia), ambos com nota de 16.2 valores, mesma com que foi distinguido o adjunto de Pauto Bento na Seleçao, Joao Aroso. Pauto Fonseca chega ao topo do futebol nacional com nota a condizer.
E vejam lá os tipos continuaram a escrever no "caderninho enquanto consulta aquele adjunto de óculos à Milton, em tom azul."(MST, versão 2012) e "aquele seu adjunto que anda sempre de auricular no ouvido (estará a escutar o relato e os comentários?) e de caderno de esquemas sempre em punho" (MST,versão 2013)...
Como já disse uma vez , o Vítor Pereira e o moço com óculos à Milton está a escrever no caderninho não um romance, mas as piadas e as coerências do MST às terças-feiras...para descontraírem do stress pós-jogo, pois só um palhaço lisboeta, made in Porto nos poderia dar tantos motivos de risota...
Aliás, ele já foi tanta vez deselegante, mal criado, ofensivo para com os técnicos do FC Porto, aliás que registam, conversam como fazem todos os grande treinadores do mundo, fruto da preparação que fazem ao jogo, coisa que o MST não faz a mínima ideia do que seja...mas eu gostaria de ver o burro lisboeta a dizer isso olhos nos olhos ao moço adjunto...e a debaterem futebol um com o outro...aposto que levava semelhante tareia do moço à Óculos à Milton que até andava de lado, mas continuaria o arrogante de merda de sempre...
"O equipamento pesa apenas 150 gramas, é 23 por cento mais leve que o equipamento anterior."
in maisfutebol
Vítor Pereira assume que sair do F.C. Porto «não foi emocionalmente fácil». De todo o modo, evita toda e qualquer polémica na despedida, elogia o posicionamento da SAD azul e branca nas duas semanas de negociações e diz, sem rodeios, ter ficado surpreendido com a «persistência» de Pinto da Costa. Tudo nesta entrevista exclusiva ao Maisfutebol.
A euforia do bicampeonato, os elogios, toda a festa após a vitória em Paços de Ferreira: nada disto abalou a sua convicção em querer sair do F.C. Porto?
«Tenho oito anos de F.C. Porto: cinco na formação e três nos seniores. Esta saída não é emocionalmente fácil. A minha decisão demorou muito tempo a ser tomada. Mas um chefe de família não pode pensar exclusivamente em si e tenho de perceber que o momento obrigava-me a isto. Tenho quatro títulos como treinador principal e quatro como treinador adjunto no F.C. Porto. São oito títulos e isso não se esquece.
Sai amargurado ou desiludido com alguém?
«Deixo amizade na família portista. Agradeço muito aos meus jogadores, os verdadeiros protagonistas, e também à direção e à administração. Permitiram-me trabalhar ao mais alto nível num clube como o F.C. Porto. Agradeço a todos os que proporcionaram estes títulos. Há muita gente a trabalhar na sombra. O técnico principal é só a face mais visível. Agradeço também aos adeptos, às nossas incansáveis claques e, de uma forma geral, à comunicação social. Saio de consciência tranquila. Tudo fiz para honrar e defender o clube. Saio tranquilamente e em paz com toda a gente, do presidente ao técnico de equipamentos. Foi uma experiência fantástica».
Acha que é possível voltar um dia ao F.C. Porto?
«Provavelmente sim, mas só podemos controlar o nosso presente. O futuro a Deus pertence. Julgo que deixo uma porta aberta no clube e acho que os responsáveis do clube julgam o mesmo».
Negociou duas semanas com a direção do clube, após o final da época. Ficou satisfeito com o que ouviu e lhe foi proposto?
«Senti-me orgulhoso pela forma determinada com que a direção do F.C. Porto e Pinto da Costa me pediram a minha continuidade. Aliás, até fiquei surpreendido com a persistência deles. Não é normal darem tanto tempo a um treinador para tomar uma decisão. Mostraram que me queriam, mas tive de tomar uma decisão e comuniquei-a ao presidente no dia 29 de maio. A partir daí o F.C. Porto teve de partir para outras opções e eu para outros caminhos».
O F.C. Porto escolheu bem o seu sucessor?
«Não conheço bem o Paulo Fonseca, mas fez um excelente trabalho no Paços e justifica esta aposta. Diria mesmo que fez um trabalho brilhante no Paços de Ferreira».
Em Portugal só o veremos a treinar o F.C. Porto?
«O meu futuro mais próximo não passa por Portugal. Vou trabalhar alguns anos fora do país. Mas não controlo em absoluto o futuro. Não posso, como profissional, dizer que não vou trabalhar aqui ou acolá. Isso seria irresponsável e eu com a minha família não sou irresponsável. Vamos ver as oportunidades que me vão surgir no dia em que decidir voltar».
in maisfutebol
«É impossível ganhar o Tour sem se dopar. Porque o Tour é uma prova de resistência, em que o oxigénio é determinante», diz Armstrong nessa entrevista, que será publicada hoje à tarde e cujos principais excertos foram já divulgados.
O norte-americano insiste na ideia de que a prática era generalizada. «Eu não inventei o doping. Simplesmente participei no sistema», diz, para acrescentar: «Tudo bem que se apague o meu palmarés, mas o Tour aconteceu entre 1999 e 2005, não foi? Tem de haver um vencedor. Quem é? Ninguém se manifestou para reclamar as minhas camisolas amarelas.»
Armstrong faz ainda alusão à Operação Puerto, escândalo de doping que foi julgado em Espanha. Primeiro para dizer que aí era tudo mais elaborado do que no seu método: «Vimos que a Operação Puerto era 100 vezes mais sofisticada. O nosso sistema era muito simples e não tinha riscos. Nunca tive medo dos controlos. Tinha mais medo das passagens pelas alfândegas e da polícia.» E depois para deixar a ideia de que a Operação Puerto foi bem menos longe do que podia, atribuindo esse facto ao poder do futebol.
«Tenho a certeza que grandes clubes de futebol tiveram influência neste julgamento. De qualquer forma, foi outra vez o ciclismo o único desporto responsabilizado», atira.
in maisfutebol