in abolha
É verdade..comparando as opções que o Slbosta tinha no banco no último jogo e as nossas...se um jogador do tridente atacante titular se lesiona... o que é feito deste tipo? Acabaram-se as pilhas? :-)
Vou tentar exprimir tudo o que me vai na alma portista... "FAZEM FALTA PESSOAS COM LIBERDADE PARA DIZER O QUE PENSAM." Rui Madeira
Juristas e justiças
É com grande prazer que posso dizer que não sou jurista. Não sou, não queria ser e tenho a mais profunda simpatia e compaixão por quem é. Aliás, tremo de medo perante a perspectiva de passar os dias a ler ou a redigir acórdãos e documentos semelhantes numa linguagem tão impenetrável como uma noite de nevoeiro em Londres. O mais curioso é que, apesar disso, não consigo resistir a dar a minha opinião sobre questões de justiça, ou injustiça, como um treinador de bancada não resiste a dar opiniões sobre táctica, treino e substituições. Ora, mais uma vez, o famoso "processo da fruta" foi arquivado pela justiça civil. Mais uma vez, o testemunho de Carolina Salgado foi desconsiderado e mais uma vez as restantes provas foram desvalorizadas. E mais uma vez se questiona como pode a justiça desportiva ter decidido em sentido contrário à opinião de dois tribunais. Eu não sei e para mim não faz sentido. Mas, lá está, eu não sou jurista. Graças a Deus.Jorge Maia in OJOGO
Comunicado do F.C. Porto
No seguimento do último jogo da Liga 2008/09 no Estádio do Dragão e da sequência de declarações infelizes que este motivou, vem o F.C. Porto esclarecer o seguinte:
1 - Tendo em conta o jogo do passado domingo, o F.C. Porto concebeu o esquema de segurança habitual para desafios considerados de alto risco e para a previsão de 2500 adeptos visitantes;
2 - O planeamento da segurança para este jogo foi feito em consonância com a PSP. Na reunião de preparação para o encontro, o F.C. Porto alertou que, tendo em conta a expectativa de dois comboios com adeptos visitantes, o ideal seria separá-los em dois grupos de 750 cada, o que facilitaria o processo de revista no acesso ao Estádio do Dragão. A PSP decidiu juntá-los numa única coluna;
3 - O F.C. Porto comunicou à PSP que, face às ocorrências recentes em compromissos da equipa visitante, a revista dos adeptos seria forçosamente minuciosa. Como se comprovou com a apreensão de diverso material pirotécnico e de material passível de ser arremessado, como esferas de aço, esta medida foi acertada. Alguns desses objectos proibidos, como petardos, apenas foram detectados após a vistoria ao calçado de alguns adeptos;
4 - O F.C. Porto estranha que, apesar de dizer que ainda se encontra «a analisar» os factos, o Director Nacional da PSP já apresente conclusões. No entender de Oliveira Pereira, «o problema surgiu no estádio, com o número de entradas da fiscalização da segurança privada, dos ARD’s [assistentes de recintos desportivos], que eram só dois e tivemos de solicitar o reforço do número de agentes, para que fosse mais acelerada a entrada dos apoiantes do Benfica»;
5 - Na realidade, e como pode ser comprovado com a consulta às gravações das câmaras do estádio, os ARD’s destacados para este processo começaram por ser 18, número que subiria para 25, ainda antes da hora do jogo, com o intuito de agilizar os procedimentos de revista. Não eram cinco, como foi anunciado por um comentador desportivo, nem dez, como relatou um adepto visitante a um programa de rádio. Muito menos dois, de acordo com as palavras do Director Nacional da PSP;
6 - Perante tamanha incerteza, as palavras do Director Nacional da PSP não podem deixar de provocar alguma perplexidade. O F.C. Porto tem larga experiência na organização de esquemas de segurança para jogos de alto risco. Como se comprovou com o aparecimento de algumas tochas no sector visitante, não há planos infalíveis, mas estas excepções apenas vêm confirmar o acerto das medidas assumidas;
7 - O F.C. Porto costuma proceder à análise dos factos antes de avançar com conclusões e está sempre disponível para discutir com todas as entidades no sentido de melhorar os procedimentos de segurança. Não é hábito do clube dirigir responsabilidades próprias para terceiros. Muito menos em eventos que envolvem o bem-estar de 50 mil pessoas e extravasam em muito lógicas meramente clubísticas.
Porto, 10 de Fevereiro de 2009in www.fcporto.pt
TD - Como é que reage quando recebe a noticia do mau comportamento das claques de futebol, nomeadamente quando isso acontece com os "super dragões'?
Pinto da Costa - (...) Se criarem coreografias e cânticos sem cair na asneira, acho que é uma festa dentro do futebol. Não gosto nada, e felizmente que já não ouço há muito tempo, quando tem cânticos insultuosos com palavrões sejam para quem for.
«Os membros do Conselho de Justiça receberam quatro contestações e tivemos dois dias úteis para resolver. Por unanimidade, o CJ rejeitou os dois recursos interpostos, porque foram dirigidos contra a directora-executiva da Liga quando ela nem sequer foi tida nem achada pelos actos impugnados. Os recursos foram rejeitados por ilegitimidade, mas o CJ tem noção de que não é isto que as pessoas esperam», começou por dizer Sousa Dinis, em declarações aos jornalistas.
Ainda assim, o presidente do CJ quis deixar claro que, caso o órgão tivesse de apreciar a «questão de fundo», o CJ estaria do lado da Liga: «Se tivéssemos chegado aí, todos nós entendemos que a expressão goal average é a diferença de golos marcados e sofridos. Ou seja, entendemos que a posição da Liga era correcta.»
Sousa Dinis argumentou essa tomada de posição pública do CJ: «Essa expressão entrou na linguagem popular e do desporto. Qualquer pessoa entende a expressão com esse sentido. Por exemplo, a expressão mister refere-se o treinador, porque nos primórdios do nosso futebol os treinadores eram ingleses.»
Desse modo, Sousa Dinis garantiu que «O V. Guimarães é o segundo classificado», para depois reiterar os argumentos que levaram à rejeição dos recursos do Belenenses. «Os dois recursos foram interpostos contra actos da directora-executiva e não há nada que indique isso. O CJ vai sugerir que numa próxima Assembleia Geral a Liga tire a expressão goal average e a substitua por uma portuguesa. Mas entendemos que a interpretação da Liga é correcta.»in maisfutebol

